Vem ai a linha 3 do VLT carioca
Linha 3 do VLT começa a operar em novembro
Linha 3 do VLT começa a operar em novembro
Ricky Rocha Por Ricky Rocha 12/10/2019
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Muitas proessas foram feitas por ocasião das Olimpíadas de 2016 no Rio. Obras caras mas que ficariam como legado a cidade. Uma delas foi o bendito VLT no Centro do Rio. Aprovado por uns, odiado por outros, ele saiu do papel , mas não em sua totalidade. Agora, um acordo entre a Prefeitura do Rio e a concessionária que administra o VLT , promete, o funcionamento da Linha 3., já para o mês que vem,

O último trecho que faltava para ser inaugurado, liga a Central do Brasil ao Aeroporto Santos Dumont pelo eixo da Avenida Marechal Floriano, usando partes já em funcionamento das linhas 1 e 2.

O acordo firmado entre a prefeitura e a concessionária do VLT criou um grupo de trabalho formado por técnicos para ajustar as questões contratuais.

Em março, o VLT entrou na Justiça contra a Prefeitura do Rio, alegando quebra de contrato e atrasos em repasses que, atualizados, chegam a R$ 170 milhões.

O sistema foi inaugurado em junho de 2016, como um legado das Olimpíadas do Rio. As obras custaram quase R$ 1,2 bilhão. Mais de R$ 500 milhões foram pagos com dinheiro público, do Programa de Aceleração do Crescimento da Mobilidade.

O consórcio pagou a outra parte, de R$ 625 milhões, e tem o direito de operar o serviço por 25 anos. O contrato previa que a prefeitura pagaria de volta para a empresa 270 parcelas de R$ 9 milhões. Porém, desde maio de 2018, o município não faz os repasses.

Um grande ero do projeto foi que por contrato, ficou previsto um volume diário de 260 mil passageiros, mas apenas 80 mil rodam nos bondes todos os dias. Para compensar a defasagem, caberia à prefeitura pagar a diferença.

O prefeito Marcelo Crivella propôs mudar a contrapartida. Segundo ele, garantir 260 mil passageiros diariamente equivale a um prejuízo de R$ 420 mil por dia. Ele sugere assegurar apenas 100 mil passageiros por dia, o que diminuiria o prejuízo com o excedente que deve ser repassado ao consórcio.

Para tal, o prefeito chegou a anunciar o fechamento de grande parte do Centro para ônibus. Linhas intermunicipais só iriam até a Rodoviária Novo Rio ou até o entorno da Central.

Além disso, Crivella propôs elevar o tempo de concessão de 25 anos para 35 anos.

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