Presa por fingir sintomas da doença para furar fila em UPA é liberada
Ela foi presa no interior da UPA após ser desmentida por familiares
Ela foi presa no interior da UPA após ser desmentida por familiares
Caio Machado Por Caio Machado 10/02/2020
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A mulher que foi presa em flagrante após fingir estar com sintomas de coronavírus para conseguir atendimento prioritário na Unidade de Pronto-Atendimento de Copacabana, na Zona Sul do Rio, está em liberdade condicional desde domingo, segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária.

Segundo a polícia, Claudete Maria Rosa da Silva, de 39 anos, foi detida na sexta-feira por falsidade ideológica e por provocar alarme para perigo inexistente.

Claudete disse que havia acabado de retornar de uma viagem a Hong Kong, província autônoma chinesa, e que sentia os sintomas associados ao vírus coronavírus, segundo informou a polícia.

A situação provocou comoção na UPA e desencadeou a utilização de protocolos internacionais para o tratamento do vírus. A paciente imediatamente isolada e submetida a uma série de exames e questionamentos.

Ainda de acordo com os agentes, Claudete insistiu durante horas em uma narrativa fantasiosa sobre sua viagem como babá de uma família ao país. O Ministério da Saúde foi notificado sobre o caso.

Ela foi presa no interior da UPA após ser desmentida por familiares que alegaram que ela não possui sequer passaporte e jamais viajou para fora deste país, fatos que foram comprovados após contato com o Departamento de Polícia Federal. Após a descoberta, a mulher admitiu que mentiu sobre a viagem para ter prioridade no atendimento.

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