ONG Coalizão Internacional de Apoio ao Imigrante oferece apoio do Brasil ao povo angolano
A ONU (Organização das Nações Unidas) fez um alerta que “se nada for feito, cerca de 20 milhões de pessoas podem morrer de fome na África nos próximos seis meses”. O número
Redação Por Redação 02/05/2017
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A ONU (Organização das Nações Unidas) fez um alerta que “se nada for feito, cerca de 20 milhões de pessoas podem morrer de fome na África nos próximos seis meses”. O número assustador que evidencia a crise humanitária no continente por causa da seca e da guerra faz com que a ONG Coalizão Internacional de Apoio ao Imigrante reitere seu total apoio ao povo africano, em especial aos angolanos, que falam a língua portuguesa.

"Nos colocamos à disposição de todo o povo angolano que aqui necessite viver, trabalhar ou investir. O Brasil tem à anos uma relação de amizade com Angola, desde o período pós-guerra. Graças à Deus têm avançado através de processos de integração para fortalecimento dos povos e economia. Acordos bilaterais vêm sendo firmados na busca de uma maior e melhor integração com nossos irmãos angolanos. Eu em especial tenho imenso carinho pelo povo angolano, por sua trajetória e história de luta. Angola têm crescido e se mostrado mais forte a cada dia. Nosso diretor, Sr. Fabiano de Abreu, é um profissional bastante experiente e com  acesso à diversas culturas, bem como à personalidades e autoridades importantes para o trabalho que desenvolvemos. Temos avançado com a escolha acertada de elegê-lo unanimemente para o cargo. Sua gestão se mostra eficiente e única. Parabenizo-o pelo trabalho até aqui desenvolvido. Colocamos toda a nossa equipe, através do Departamento Cultural, Jurídico, de Ensino e demais departamentos à inteira disposição de todos. Estamos ansiosos por estreitar ainda mais nossas relações com Angola e receber, orientar e apoiar o povo angolano aqui no Brasil", ressalta José Cassio Pereira, presidente da ONG Coalizão Internacional de Apoio ao Imigrante.

Fabiano de Abreu, diretor de relações internacionais da ONG Coalizão Internacional de Apoio ao Imigrante, viu com seus próprios olhos a situação em Angola ao viajar para o país africano em abril deste ano para lançar seu livro “Viver Pode Não Ser Tão Ruim” na Universidade Gregorio Semedo, em Luanda.

"Fiquei impressionado e agradecido com a recepção que tive em Angola, o tratamento, respeito e a vontade de aprender das pessoas na universidade que palestrei e o reconhecimento de profissionais e pessoas de grande nome no país, foi algo que guardarei por toda minha vida. Sou diretor da mais importante ONG do Brasil de apoio ao imigrante, me coloco a disposição do povo angolano que queira ou precise investir, residir, vir para o Brasil. A ONG em que represento, em seu nome, digo que o que precisar da parte burocrática, basta me contactar que colocarei um responsável para tentar resolver da melhor forma possível. Acredito que devemos ter sim uma ligação do Brasil e Angola, inclusive comerciais, os países são muito semelhantes e têm muito a oferecer", destaca o escritor, filósofo, assessor de imprensa e jornalista luso-brasileiro.

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