'Não se calem', diz PM criticado por beijo gay durante formatura
O Ministério Público do DF apura se o caso constitui homofobia.
O Ministério Público do DF apura se o caso constitui homofobia.
Caio Machado Por Caio Machado 14/01/2020
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O soldado da Polícia Militar do Distrito Federal criticado após publicar uma foto de beijo gay durante a formatura na corporação se manifestou sobre o caso. Proibido pela PM de dar entrevistas, ele postou em uma rede social:

A polêmica começou após a divulgação de fotos que mostravam beijos gays entre o soldado e o namorado, ao lado de uma cabo e a companheira, durante a cerimônia de formatura. A repercussão cresceu depois que um tenente-coronel da reserva divulgou em grupos de colegas um áudio criticando as imagens.

Na gravação, ele afirma que as demonstrações de afeto foram uma "avacalhação" e "frescura" e que a imagem da corporação estaria "irreversivelmente maculada".

Já a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Legislativa do DF pediu à Polícia Militar uma investigação sobre o episódio. A corporação disse que "os áudios atribuídos a um coronel da reserva remunerada manifestam uma opinião pessoal, e serão analisados".

Afirmou ainda que não coaduna ou apregoa quaisquer tipos de preconceito e proibiu os militares envolvidos de conceder entrevistas.

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