Luan Santana nega que tenha recebido dinheiro via  Lei Rouanet
Cantor mostrou documentos e explicou um projeto de captação de recursos feito por sua empresa há alguns anos
Cantor mostrou documentos e explicou um projeto de captação de recursos feito por sua empresa há alguns anos

Créditos do fotógrafo Reprodução

Bruno Alexandre Por Bruno Alexandre 07/11/2018
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Luan Santana divulgou um vídeo em suas redes sociais nesta semana esclarecendo que "nunca pegou nem um centavo da Lei Rouanet". 

Ao lado de seu pai, o cantor ainda explicou um projeto de captação de recursos feito por sua empresa há alguns anos que, segundo eles, já foi arquivado.

"A gente foi procurado por uma agência de publicidade, o Luan já tinha o sonho de levar os shows dele para cidades inusitadas, para pessoas carentes, ingressos populares. Tivemos esse projeto aprovado em 2014", afirmou o pai do cantor, que também cuida de sua carreira.

Em seguida, explicou: "Conhecendo um pouco mais sobre a Lei Rouanet, a gente pediu para esse projeto ser arquivado em 2016. [...] A gente nunca pegou nem um centavo de nenhuma lei de incentivo do governo federal."

Luan ainda compartilhou o link de um site ligado ao Ministério da Cultura em que constam detalhes sobre o projeto citado por ele.

De acordo com as informações, a data de início do projeto se deu em 27 de agosto de 2014, e seu término mais de dois anos depois, em 31 de agosto de 2016. O valor solicitado para captação foi de R$ 4.650.625,00, e o valor aprovado foi de R$ 4.143.325,00.

O projeto seria referente a uma turnê composta por 15 shows do sertanejo, que seriam realizados em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Recife (PE), Rio Branco (AC), Uberlândia (MG), Macaé (RJ), Londrina (PR) e Ribeirão Preto (SP).

De acordo com o documento, os objetivos da realização dos shows seriam "difundir as raízes sertanejas enquanto manifestação cultural e artística a partir da música romântica", "promover acesso a entretenimento musical de qualidade", "gerar um ambiente diferenciado com atmosfera especial para o público" e "democratizar a cultura".

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