Fofoca de traição na antiga cúpula do Rio
Adriana Ancelmo estaria de novo amor?
Adriana Ancelmo estaria de novo amor?
Ricky Rocha Por Ricky Rocha 17/10/2019
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Será que a ex-primeira dama e ex-hóspede de Bangu, Adriana Ancelmo, está mesmo com um novo amor? 

O jornalista Ricardo Noblat, da revista Veja, revelou que a ex-primeira dama do Rio de Janeiro, Adriana Ancelmo teria colocado a “fila para andar”.

De acordo com o colunista, seu coração “passou a bater por outra pessoa, um nome de brilho no meio jurídico”.

A revista Época já havia noticiado que, ela havia reduzido as visitas à Cabral, condenado a mais de 100 anos de prisão por crimes de corrupção.

Adriana está usando tornozeleira eletrônica e não pode sair de casa depois das 20 horas, em dias de semana. Já nos fins de semana - sábados e domingos -  está proibida de deixar a sua residência.

O CASAL NUMERO 1 DO RIO

A relação de Cabral e Adriana sempre foi muito intensa, inclusive, marcada por grandes brigas. Políticos, pessoas próximas e funcionários do Palácio Guanabara descrevem a ex-primeira-dama como uma pessoa muito ciumenta e que enfrentou crises de depressão.

Um amigo muito próximo do casal assim a definiu:

— Extremamente inteligente e rápida no raciocínio. Sabe tudo sobre as operações de Cabral. Era simples, quando queria. E sofisticada também, dependendo da ocasião. É depressiva e vive à base de remédios. O uso de joias foi aumentando com o tempo.

Auxiliares do ex-governador dizem ainda que Adriana despertava medo entre os subordinados. Segundo esses relatos, a então primeira-dama costumava gritar com assessores, mandá-los “calar a boca”, e dava broncas públicas, inclusive em Cabral.

Parte dessas explosões é atribuída, no círculo íntimo do casal, a remédios para emagrecer, que provocam alterações de humor.

Em meio a uma rotina de luxo, que envolvia viagens internacionais em alto estilo, joias e vestidos feitos sob encomenda, Adriana era carinhosamente chamada de “minha riqueza”, “riquezinha” ou simplesmente “riqueza” por Cabral.

Adriana conheceu Cabral na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), em 2001. Mais precisamente em um dos elevadores, num encontro fortuito. Ela era assessora da Procuradoria-Geral da Casa, ele, presidente. Ambos eram casados na época. Logo se separaram e foram morar juntos.

Adriana e Cabral se casaram no civil três anos depois, numa festa descrita como “nababesca” por um dos convidados. Segundo a revista “Casamento”, a celebração foi para quase mil convidados, e os salões foram enfeitados com quatro mil dúzias de rosas vermelhas. Na época, Cabral ainda era só senador.

Eles tiveram dois filhos. O ex-governador tem outros três filhos de seu primeiro casamento, com a advogada Suzana Neves.

Cabral e Adriana renovaram os votos de casamento em 2010, em cerimônia para 50 convidados, no Palácio Laranjeiras. Tiveram como padrinhos o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. O padre Marcelino, da Igreja de São Jorge, abençoou as alianças.

Cabral e Adriana chegaram a se separar em 2011, por um breve período. A dissolução amigável do casamento foi oficializada em julho daquele ano na 6ª Vara de Família do Rio.

O empresário Eike Batista com a mulher Flávia Sampaio ao lado do casal Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo Foto: Reprodução

 

A briga do casal, em 2011, está na gênese da derrocada de Cabral. Isso porque o então governador só resolveu viajar para a Bahia, onde participaria da festa de aniversário do empresário Fernando Cavendish, dono da Delta Construções, porque tinha acabado de se separar.

O então governador embarcou no aeroporto Santos Dumont, no Rio, em jato do empresário Eike Batista, para Porto Seguro. Ele estava acompanhado de Cavendish e sua família. Lá, pegariam um helicóptero até Trancoso. Ao fazer o primeiro traslado, levando só as mulheres e as crianças, o helicóptero caiu, matando sete pessoas.

A tragédia revelou a relação promíscua de Cabral com empresários.

Um dos episódios mais emblemáticos foi o anel de R$ 800 mil recebido por Adriana e pago, a pedido de Cabral, por Cavendish durante uma viagem a Mônaco, em 2009.

ATUALMENTE

Será que o desgostoso ex governador e cabeça de uma das maiores operações de divisas do Estado do Rio, uma vez que vem fazendo delações á justiça irá entregar seu amor?

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