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Fênix traz o show "Minha Boca Não Tem Nome" para apresentação única no Teatro Riva
O pernambucano Fênix celebrou 25 anos de carreira com o lançamento do disco “Minha Boca Não Tem Nome”, apontado pela crítica como seu melhor trabalho. Em um país cada vez mais dividido e
O pernambucano Fênix celebrou 25 anos de carreira com o lançamento do disco “Minha Boca Não Tem Nome”, apontado pela crítica como seu melhor trabalho. Em um país cada vez mais dividido e

Créditos do fotógrafo Divulgação/Leo Aversa/ MF Press Global

Erre Soares Por Erre Soares 11/01/2020
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O pernambucano Fênix celebrou 25 anos de carreira com o lançamento do disco “Minha Boca Não Tem Nome, apontado pela crítica como seu melhor trabalho. Em um país cada vez mais dividido e polarizado, a arte cura. O disco fala desse momento do Brasil, das cisões e polarizações, além de reafirmar posicionamentos e questões que sempre permearam a obra do artista. O show volta aos palcos do Rio de Janeiro em única apresentação no dia 22 de janeiro, quarta, no Teatro Rival, e traz uma trupe de amigos que, como ele, fazem parte de uma geração jovem que movimenta a cena musical pernambucana, para participações especiais: AlmérioAirton Montarroyos e Martins.

 

Com direção artística de André Brasileiro, o show apresenta o repertório do disco homônimo, mas também músicas nunca gravadas por Fênix, como “Chama“ - grande sucesso de Joanna -, ou extraídas de álbuns anteriores, como “Língua do P“, de Gilberto Gil. “Pensamos em blocos com canções do disco e fora dele para compor o repertório com os temas: política, humanidade, sexualidade, religiosidade e relações amorosas para o bem ou para o mal”, explica Fênix. “Assim como no CD, também exponho e retifico minha sexualidade. Celebro minha religião ao homenagear o orixá que me deu minha voz, Iansã. E canto sobre minha necessidade de amar, ser amado e toda decepção e glória intrínsecas neste jogo da vida”, completa.

 

Com produção de Guilherme Kastrup (responsável pelos aclamados discos da Elza Soares, A mulher do fim do mundo e Deus é mulhere Jaime Alem (que foi maestro de Maria Bethânia por mais de 30 anos), o CD Minha Boca não tem nome trouxe inéditas de Moreno Veloso, Pedro Luís, César Lacerda, Álvaro e Ivor Lancelotti, além de um lado B de Caetano Veloso, de Reginaldo Rossi e uma canção de Sergio Sampaio, Roda Morta com uma letra que parece ter sido escrita para esses dias: “O triste em tudo isso é isso tudo/A sordidez do conteúdo desses dias maquinais/E as máquinas cavando um poço fundo entre os braçais/eu mesmo e o mundo dos salões coloniais/Colônias de abutres colunáveis/Gaviões bem sociáveis vomitando entre os cristais”.

 

No palco, Fênix é acompanhado pela mesma banda que gravou o CD: Guilherme Kastrup, bateria, percussões e atmosphere, Jaime Alem, violões e guitarra, Alberto Continentino, baixo e baixo synth, e Dustan Galas, teclados, guitarra e synth. Um espetáculo assumidamente político, como faz questão de frisar o cantor: “O show aprofunda o pensamento de refletir e questionar sobre humanidade e o que de nobre nos motiva a seguir adiante. Entretanto, ao tocar de forma ácida no assunto político, tem um lado: o lado da democracia”.

 

SERVIÇO:

ShowJoão Fênix – “Minha Boca Não Tem Nome”

Local: Teatro Rival (Rua Álvaro Alvim, 33 - Cinelândia- RJ – Tel.: 2240-9796)

Data: 22 de janeiro de 2020, quarta
Horário: 19h30

Abertura da casa: 18h

Classificação: 18 anos

Preços: R$ 60,00 (inteira), R$ 40,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes) e R$ 30,00 (estudante/idoso/professor da rede municipal/funcionário Petrobras e assinante O Globo)

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