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Conheça Ivan Rios, o Caio de “Topíssima” da Record
Conhecido no cenário artístico carioca pelo seu currículo no teatro, o ator Ivan Rios de 28 anos está prestes a assumir o seu primeiro grande papel como Caio na novela “Topíssima”, nova
Conhecido no cenário artístico carioca pelo seu currículo no teatro, o ator Ivan Rios de 28 anos está prestes a assumir o seu primeiro grande papel como Caio na novela “Topíssima”, nova

Créditos do fotógrafo Reprodução/Instagram

Luca Moreira Por Luca Moreira 28/02/2019
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Conhecido no cenário artístico carioca pelo seu currículo no teatro, o ator Ivan Rios de 28 anos está prestes a assumir o seu primeiro grande papel como Caio na novela “Topíssima”, nova produção da Rede Record.

Natural de Guarapari, veio para o Rio de Janeiro com o foco em construir sua carreira como ator, onde nos últimos anos começou a colecionar diversas experiência com participações em “Totalmente Demais”, “Pega Pega” e “O Outro Lado do Paraíso” em 2017. Também participou da série “A Cara do Pai”, onde contracenou com Leandro Hassum.

No teatro, sua peça de maior destaque é “Toda Mulher Tem Um Q de Monalisa”, onde viveu cinco personagens, sob a direção de Grazi Luz e roteiro de Neide Lira.

Quando foi que o teatro passou a fazer parte de sua vida? Ainda na época do colégio. Eu era um pouco tímido, mas sempre pedia para os professores para fazer uma apresentação no auditório, no lugar de prova. Sempre fui muito comunicativo, mas em Guarapari não tinha curso de teatro, então decidi fazer em Vitória (capital) onde não parei mais.

Como está sendo sua preparação para “Topissima“ e quais são suas expectativas para o lançamento? Fizemos algumas leituras de núcleo com o diretor geral (Rugi Lagemann) e a preparadora Vera Freitas, mas há um tempo eu me preparo com o Alexandre Britto, que foi com quem aprendi muito a naturalizar minha interpretação, onde trabalhamos sensibilização, respiração e olhar. Cresço muito com o Britto e continuo me preparando com ele, juntamente com a equipe de preparadores da emissora. As expectativas estão a mil, pois ainda não podemos divulgar muito sobre os personagens.

Nascido no Espirito Santo e vindo morar no Rio de Janeiro aos 22 anos, o que o motivou a fazer essa mudança? Eu já vim focado em trabalhar como ator, sabia que não seria fácil e que poderia demorar um pouco até as coisas acontecerem, até porque não conhecia ninguém no Rio, mas sempre fui persistente e trabalhei bastante em algumas produções de teatro até começar a tentar Tv e cinema, mas me sinto realizado no meu ofício, seja fazendo peças, ou participações e agora me dedicando a primeira novela.

Como foi dividir cena com Leandro Hassum em “A Cara do Pai”? Incrível. O Hassum é um ser humano incrível, e foi um prazer enorme dividir cena com esse gênio, lembro de algumas coisas que ele conversou comigo nos bastidores que me fez mais do que nunca acreditar que estava no caminho certo e que com um pouco de paciência e muito esforço, uma hora as cosias aconteceriam.

Fazendo várias participações em novelas como “Totalmente Demais”, “Pega Pega” e “O Outro Lado do Paraíso”, entre o teatro e a teledramaturgia, por qual mídia acredita ter mais facilidade? Sempre fui ator de teatro, acho que a teledramaturgia requer mais naturalidade e menos movimento, na Tv tudo é menor, então por sempre fazer teatro precisei me preparar bem para Tv.

De todos os trabalhos que já fez, qual considera ser o mais marcante? O espetáculo “Toda Mulher tem um Q de Monalisa, com texto de Neide Lira e direção de Grazi Luz, a comédia romântica narra os desentendimentos amorosos que a protagonista Monalisa (Gabrielli Diniz) viveu, na peça eu fazia 5 personagens, os três ex namorados de Monalisa, a empregada e a mãe. Além de ajudar a produzir com a parceria da Fazart Produções Artísticas.

Quando foi sua primeira experiência profissional? No teatro, ainda na infância, uma montagem de Pluft o Fantasminha onde eu fazia o pirata perna de pau que raptava a menina Maribel.

Acredita que o teatro seja capaz de dar sustento a um ator? Nos dias atuais, nossa arte está passando por um momento crítico, mas existem produções boas que dá para tirar uma grana, o problema é quando a gente tem que se “sustentar” com teatro. Nossa carreira é meio inserta, uma hora você está trabalhando, outra hora está parado, outra está produzindo. Sempre fui um ator que tive meu plano B e trabalhei com outras coisas enquanto fazia minha arte, pois só com o dinheiro de teatro não dava para me manter aqui no Rio.

Sobre a peça “Segredos de Um Show Bar” apresentada no ano passado, como foi trabalhar com a diretora Neide Lira? Acho o trabalho da Neide muito rico, nos conhecemos no processo de uma de suas montagens (Sete pecados Capitais) onde me caiu de paraquedas ser o protagonista, tive pouco tempo para me preparar pois já estavam no processo, e ela precisou substituir a pessoa que faria o papel. Nos identificamos muito e dali em diante passei a ter um amor enorme pela Neide e muito grato por ela confiar no meu trabalho. Depois veio show bar e depois produzimos Monalisa (citado acima) que também é dela.

Quais são suas inspirações como ator? Acho que o artista tem que buscar inspirações diariamente, procuro assistir de tudo, filme, novela, série, jornal, ouvir músicas, etc. Eu cresci acompanhando o trabalho de muitos atores e até hoje procuro saber como são as preparações para os personagens e acho que dá para beber em várias fontes.

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