Chinesa ficou conhecida por fazer 100 plásticas em 16 anos
O rosto parece de uma adolescente de 16 anos de idade, mas Wu Xiaochen, ou Abby, como é conhecida, já chegou aos 30.
O rosto parece de uma adolescente de 16 anos de idade, mas Wu Xiaochen, ou Abby, como é conhecida, já chegou aos 30.
Caio Machado Por Caio Machado 06/05/2020
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A aparência mais jovem, no entanto, não veio com receitas naturais, descanso ou alimentação balanceada. O "segredo" custou cerca de US$ 575 mil em procedimentos estéticos.

Desde os 14 anos, quando fez o primeiro procedimento, Abby já ultrapassou a casa da centena. Considerada inspiração para milhares de chinesas, ela é vista como "perfeita". Além de trabalhar para algumas das maiores marcas do país, ela é dona de duas clínicas de cirurgia plástica em Pequim. O "império" construído nos últimos 16 anos multiplicou, assim como o número de cirurgias plásticas que ela fez.

O primeiro procedimento aconteceu aos 14 anos, quando foi diagnosticada com uma doença autoimune que a fez engordar muito por tomar glicocorticoides. Desconfortável com a aparência, Abby ganhou da mãe uma lipoaspiração nas coxas.

De lá até hoje, ela já passou por mais de 100 procedimentos. Entre os principais estão: o nariz operado seis vezes; os olhos, duas; os lábios, três; e o rosto remodelado três vezes. "Não suporto a menor imperfeição. Todo mês recebo injeções para a manutenção da pele, como ácido hialurônico ou esfoliação facial. Além disso, todo ano faço uma grande cirurgia plástica", disse à Girl City há alguns anos.

Depois do primeiro procedimento, a garota decidiu fazer plástica facial, contorno do rosto, silicone, procedimento na pálpebra, remodelagem da mandíbula e muito mais. "Depois que fiz a primeira cirurgia plástica e me tornei mais magra e mais bonita, percebi que atraía a atenção da mesma forma que as celebridades. Parei de me importar se as pessoas julgavam. A cirurgia se tornou um vício para mim", lembrou Abby.

Apesar de sempre achar que "pode melhorar", a chinesa também teve procedimentos malsucedidos e chegou a ficar desfigurada devido a cirurgias desastrosas. Ela continuou, encontrou médicos que corrigiram os problemas e não desistiu de aprimorar as intervenções. "Ver as meninas se tornarem mais bonitas e terem uma vida melhor significa muito para mim. Estou disposta a fazer disso meu objetivo ao longo da vida e ser um farol de luz para todas essas garotas", disse.

Embora seja a garota propaganda dos procedimentos plásticos e de, no fim, ter obtido sucesso tanto estética quanto financeiramente, ela alerta todas as pessoas sobre os riscos envolvidos e desencoraja as garotas a começarem tão cedo, como ela:

"Não quero que as pessoas façam cirurgia plástica na adolescência, como eu fiz. Elas devem pensar sobre mudar sua beleza. A cirurgia plástica pode dar pontos extras à aparência externa, mas não torna minha vida mais bonita", ressaltou.

 

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