Adriane Galisteu revela "neurose" com forma física
Adriane Galisteu falou sobre sua relação com o próprio corpo em seu canal no YouTube.
Adriane Galisteu falou sobre sua relação com o próprio corpo em seu canal no YouTube.
Caio Machado Por Caio Machado 01/10/2020
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No vídeo, a loira revelou que já sofreu pressões estéticas e contou como lida com a questão nos dias de hoje.

“Sou de uma época em que a gordura gritava aos olhos de quem trabalhava com moda de um jeito muito ruim. Por exemplo, se você subia dois quilinhos fora na balança, já tinha alguém que falava ‘ah, está fora de forma’. Gordurinhas a mais… não sei nem o que dizer. Acho um nojo! Mas eu sou dessa época. Acabei achando muito normal tudo isso, ficar ‘escrava’ de alguma forma, da dieta e da ‘boa forma’. Boa forma na cabeça de alguém”, disse Galisteu.

“Graças a Deus tudo isso passou. Estou falando de quando eu tinha meus 12, 13 [anos], que eu fui entendendo um pouco sobre sensualidade… não estou falando isso aqui para dizer que quem tem celulite é feito, quem está gordinho ‘não sei o quê’. Quero só abrir meu coração, e como esse assunto permeia minha vida desde sempre, achei de bom tom falar sobre ele”, conta.

A artista ainda falou de aceitação: “Eu adoro o que a gente está vendo muito nas redes sociais, as mulheres aceitando seu corpo, suas imperfeições de acordo com o nosso olhar porque cada corpo é um corpo, um desenho, e a gente tem que lidar da melhor maneira possível. A gente já deveria ter feito isso há muitos anos. Acho incrível como isso liberou um pouco o peso da galera da minha geração e que viveu da imagem e tem essa coisa de correr atrás do corpo perfeito.”

“Todo mundo acha que eu sou meio neurótica por causa da minha malhação, que eu gosto de ficar magra. E você acertou, sou meio neurótica e por causa da minha malhação e porque gosto de ficar magra. É verdade. Mas isso não é uma coisa que me faz mal. Me faz mal me olhar no espelho e não gostar da imagem que estou vendo. E isso não te faz menor se você é do tipo que não liga. É um assunto delicado, mas que atormenta”, concluiu.

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